Coisas boas de ter um homem em casa!

Foto tirada pelo Miguel...Ele gosta de fotos diferentes ( e também ele gosta de arreliar o pai:).

Antes que as vossas mentes comecem a divagar, eu passo a enumerar:

- Dormir em conchinha;

- Ter quem nos faça uma massagem nos pés quando estamos cansadas;

- Nunca mais me preocupar com o  lixo ( eu acho que está escrito algures que são SEMPRE os homens, não é?);

- Vestir as camisolas deles quando andamos em casa e sentirmo-nos aconchegadas;

- Não ir verificar dez vezes se fechamos as portas ( só vou uma);


- Ter quem arreliar;


- Cheirar a after-shave na casa de banho;


- Ter alguém que nos ouve e nos abraça quando a vida não corre assim tão bem...


Nota importante: Contudo, diz o povo e diz bem, muitas vezes, mais vale só que mal acompanhado. E ter companhia a qualquer preço não vale!

O mais importante que eu aprendi com os Finlandeses...

Foto do meu Instagram

No verão, na cidade de Joenssu fiz um curso que incidia sobre os testes Pisa (o que são, o que avaliam, que conclusões podemos tirar, porque é que são tão importantes na Finlândia...), visitei também duas escolas finlandesas e vi como a profissão de professor é respeitada por lá (e nem vou falar das condições das escolas e dos professores). 
Não vim de lá a pensar que eles eram muito bons e nós não. Pelo contrário, regressei a pensar no tanto que fazemos com tão poucas condições e em como era estranho que, face à pergunta " Quão feliz te sentes na tua escola", os finlandeses ocupassem umas das últimas posições e Portugal estivesse muito bem posicionado (afinal, nem tudo é perfeito).

Contudo, algo que me vai ficar na memória é a importância que os finlandeses dão à palavra. Para eles encontrar um amigo e dizer "Tomamos um café um dia, sim?" é mesmo para cumprir. Nós, por cá, às vezes é assim para despachar quando não temos tempo para a conversa. Na Finlândia é para cumprir. E eu já prometi a mim própria que vou tentar seguir o ensinamento...





Sugestão: uma série para ver.

- Mãe, vamos ver uma série.

Fomos. E ficámos até ele ir para a cama, os dois enroscadinhos a ver The Crown. Uma série cheia de história, figurinos lindíssimos, uma produção extremamente cuidada, atores fantásticos...
Eu gosto muito. O Miguel gosta apenas, mas faz-me companhia  (eu também vi muitos Doremon, Bob o construtor, O meu cão tem um blog e etc etc etc...).

Sugestão...camisolas a que dei uma oportunidade e gostei!

Gosto de camisolas macias, que não me façam sentir o boneco da Michelin. Estas da Zara (nova coleção) são muito confortáveis! São de decote bandeau, mas eu uso as minhas puxadinhas para cima (tenho em cinza e em preto) e ficam muito bem. 

CAMISOLA DECOTE BANDEAU
Imagem 1 de CAMISOLA DECOTE BANDEAU da Zara
CAMISOLA DECOTE BANDEAU

Antidepressivo natural e sem custos...


Começar o dia com música, segundo o meu filho Gonçalo está comprovado cientificamente, faz bem. Ultimamente esta que aqui posto tem-me acompanhado enquanto tomo banho e me arranjo (sim, em modo repeat). 
E, nesses momentos, não importa a minha idade, o peso que tenho ou não a mais, as rugas que vão aparecendo, a miúda linda sou mesmo eu!

Eu, o meu blogue e as revistas femininas...

Há sete anos que escrevo, quase diariamente, no blogue. Gosto mesmo de escrever, partilho momentos meus, da minha família, não recebo em troca muitos produtos e praticamente já não sou convidada para eventos ( a verdade é que também, no passado, disse que não a muitos). Contudo, recebo muitas mensagens e  até palavras na rua de mulheres (e alguns homens) que dizem gostar muito do que escrevo e que se reveem em mim...

Há uns dois anos, a revista Activa fez uma reportagem sobre famílias que viviam separadas e, como era o meu caso na altura, escrevi-lhes.Não lhes interessei. Mais tarde,  quando a revista Activa começou a apoiar, na sua plataforma, vários blogues, pensei que poderia fazer sentido o meu blogue nesse local (falo da vida de uma mulher normal, gosto de vestidinhos e afins e até não escrevo mal). Mandei várias mensagens e emails. Nunca obtive uma resposta.


Há poucos dias, recebi por email esta foto, de uma publicação na revista Maria desta semana. Sorri. Não achei que fosse provável e nem imagino como fui lá parar. Mas gostei do que escreveram. E agradeço.

Do meu dia...



À hora de almoço fui numa corrida a casa. Assisti em direto a uma parte do funeral. Regressei à escola. Três alunas rodearam-me a perguntar o que tinha acontecido para eu estar tão chorosa. Contei-lhes. Disseram-me que tinham pena, mas que ele não lhes dizia quase nada. Pedi à turma que se sentasse. Falei-lhes de liberdade e de Mário Soares. Quero acreditar que a maioria me ouviu.

Imperdível... para quem  não ouviu o registo de voz de Maria Barroso a declamar dois poemas de Álvaro Feijó, fica o link: http://www.rtp.pt/noticias/pais/poesia-na-voz-de-maria-barroso_v974920

Fomos com o Gonçalo festejar o São Gonçalinho!

No fim de semana fomos até Aveiro festejar o São Gonçalinho que é uma tradição em que os crentes mandam cavacas (literalmente) do cimo da igreja para cumprirem promessas feitas ao santo. Cá em baixo é uma festa: todos procuram apanhar uma cavaca abençoada com as mãos, guarda-chuvas, camaroeiros, garrafões de vinho vazios. Eu também por lá andei e parecia uma garotita doida de felicidade quando apanhei as minhas cavacas. O Luís e os miúdos assistiram apenas...estavam com receio de levar com uma cavaca na cabeça!
Aveiro é uma cidade linda e cheia de encanto. O Miguel  não conhecia e adorou provar as tripas de Aveiro e ver os barcos nos canais. Tivemos ainda a sorte de assistir ao concerto da Banda Filarmónica de Aveiro e de, à noite, poder contar com a presença  dos nossos queridos amigos que vieram de Viseu.
Já aqui vos falei deste nosso grupo de amigos tão especial...Aliás, foram eles que nos desafiaram para festejar o São Gonçalinho e fizemos tudo a preceito: comemos enguias (quer dizer, para ser honesta, eu fui para o peixe grelhado), bebemos shots de licor de Aveiro, andámos pelos bares da Baixa e vimos o fogo de artifício ( o Gonçalo e o Miguel  foram para o quarto mais cedo). Diverti-me como há muito não o fazia e confesso que já sentia saudades de viver momentos assim!

No domingo, o dia esteve lindo e perfeito para visitarmos a Praia da Barra (onde está um dos maiores faróis da Europa) e Costa Nova com as suas tradicionais casas às riscas.

Foi a primeira vez que festejámos o são Gonçalinho, mas vamos repetir certamente, e para a próxima, vou pensar num artefacto para ser a maior apanhadora de cavacas da zona!





















Às vezes tenho a mania #33











 A velha história do vestidinho preto...Este é da Zara (nova coleção - aqui).

A propósito de Mário Soares - Eu também tenho a minha opinião...


Soubemos da notícia da morte de Mário Soares ao chegarmos ontem a Aveiro. O Miguel ainda brincou a dizer que deveria ser engano, mas nem assim nos rimos. Já se esperava é certo, contudo ficou uma sensação estranha no peito.
Li ainda pouca coisa do tanto que se tem escrito e fiz, no facebook,  duas partilhas de pessoas cujas opiniões respeito e considero. Acho que nunca tinha partilhado algo que tivesse tão poucos gostos...
Não é por Mário Soares ter morrido que vamos todos agora dizer que era muito bom homem e etc e tal. Não é isso. Mas, na minha humilde opinião de quem não percebe nada de política, devemos respeitar as nossas memórias, a nossa história, os que se não fogem à luta... Ler algumas coisas que se têm escrito, mesmo tentando respeitar as opiniões contrárias à minha, não deixa de me deixar (ainda) mais triste.


* A foto que publico testemunha o único momento em que vi pessoalmente Mário Soares, em 1991 penso eu. Foi a minha muito querida professora Fernanda Gonçalves (quem é de Viseu talvez ainda a lembre) que convidou alunos que quisessem ir. Fomos três. Ela pagou do bolso dela a nossa parte e recordo-a feliz a apresentar-nos a Mário Soares. É uma memória muito feliz que guardo. E não esqueço. Mesmo que, por vezes, esquecer pareça algo que tantos fazem tão facilmente...

Assunto sério e delicado:o meu carro

O meu carro é também um pouco o meu escritório e onde guardo de tudo um pouco (umas coisas porque me esqueço de tirar, outras andam por lá porque posso precisar, garrafas de água vazias para reciclar...). O Luís diz que já desistiu, mas eu bem o vejo a arregalar os olhos quando lá entra. Eu não lhe pergunto o que ele pensa e é melhor assim.
Para não pensarem mal de mim,  digo-vos que estas férias até o aspirei...Mas em minha defesa devo escrever aqui que também não é fácil andar com um carro sempre cheio de putos, mochilas, sacos de desporto, uma écharpe e um casaco extra, sacos para as compras e toda uma parafernália que uma mulher em 2017 precisa. Isto a propósito de uma resolução de ano novo que não escrevi no post abaixo: tentar andar com o carro mais limpo e arrumado. Para já, vou começar bem e ir à Zara Home comprar o que é mesmo essencial para levar por diante a tarefa: comprar um ambientador! É que, ao contrário da maioria dos ambientadores, estes cheiram mesmo bem! E um ambientador cheirosinho já é um início!

Ambientador de Carro White Jasmine
Zara Home - 7.99Euros (em promoção)

Tão eu...

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Há pessoas que têm banheira em casa e não lhe dão uso. Eu confesso: adoro banhos de imersão. Levo para a casa de banho livros, esfoliantes, sais de banho, ponho velas, música nem sempre e relaxo.

Há quem beba um copo de vinho, quem fume um cigarro, quem veja a telenovela da hora de almoço...Eu relaxo com um bom banho de imersão. E sim, sei que se gasta muita água e não é o que faz melhor ao planeta. Mas faz bem à alma, também conta, não?

Há sempre uma primeira vez...


Já há uns tempos que não escrevia nada para o jornal Região de Leiria. No mês passado, desafiaram-me a escrever um conto de Natal. Com prazo apertado e entre montanhas de testes para corrigir, saiu assim. E, porque é Natal sempre que quisermos, aqui o deixo com uma pergunta: Nota-se muito o quão romântica sou?


O N@tal acontece!

Vinte gostos. Nada mau em dez minutos. Inês tinha acabado de publicar uma foto do arroz doce que a mãe fizera e que tinha um ótimo aspeto. Não que lhe tivesse tocado, já tinha comido duas filhós e parecia até que já sentia as calças mais justas.
- Ó filha, mas estás tão magrinha…-dizia-lhe a mãe com os olhos húmidos de carinho.
Estava ótima. E depois, se não estivesse, como é que se conseguiria ver nas fotos que o Ginásio da cidade publicava com regularidade? O esforço teria de compensar.
- Anda cá, mãe. Vamos tirar uma selfie!
Já está. “Eu e a minha guerreira”- escreveu, pensando que ficava sempre bem mostrar a admiração pela mãe, mesmo que não entendesse como podia ela não se importar em passar a vida a tomar conta dos outros, parecendo esquecer-se dela própria. Mesmo que lhe fosse difícil perceber como podia a mãe ter um sorriso puro e sincero de felicidade. A mãe sorria tanto de quê, afinal? E como é que ela conseguia ainda rir-se das piadas previsíveis do pai? Como é que ela ainda corava quando o pai gabava os seus talentos culinários? E como é que era possível que eles resmungassem tanto, mas parecessem ser, efetivamente, felizes um com o outro?

Estava online o João, a perguntar-lhe como estava. Iria ignorá-lo. Afinal, no perfil era uma coisa e ao vivo tinha-se mostrado mais anafado, mais careca, mais do mesmo. Não iria por aí. Queria era o António, mas esse estava indisponível. O António também a queria, sentia-o bem…o problema era que não a queria só a ela e ela sabia que, apesar de gostar de partilhar histórias, não lhe apetecia partilhar pessoas.

Meia-noite e ia embora. Já não aguentava mais família, mais histórias de quando ela e o irmão eram pequeninos, mais vamos fazer de conta que somos felizes porque é Natal.
Meia-noite e dois minutos e saiu. Tinha o T0 à sua espera. O espaço era pequeno, mas a zona era agradável e também para que queria ela uma casa grande se não recebia ninguém a não ser no seu ecrã? Entrou no prédio. Cheirava a canela. Inspirou o cheiro e deu por ela a sorrir, lembrava-lhe o cheiro da casa da mãe de onde acabara de sair.
- É por ser Natal que me está a oferecer esse sorriso?- ouviu o vizinho solteirão a perguntar-lhe.

Ficou perplexa. Como ousava aquele tipo pacato, de óculos como o poeta e ar meio apalermado meter-se com ela? No entanto, ao reparar na roupa que ele trazia vestida, em que nada combinava com nada, não conseguiu deixar de sorrir outra vez. Observou que nas mãos compridas ele segurava um livro. Reconheceu a capa como uma das suas leituras, o título “Amor”.

Sorriu pela terceira vez. Até que o vizinho tinha graça. Era de uma cidade diferente e deveria estar sozinho. Sem saber como, deu por si a convidá-lo para entrar. Ele pareceu algo surpreendido, mas acedeu. Passaram a noite de Natal a conversar e ela já não sorria apenas. Ela ria com gargalhadas cristalinas e sentia uma estranha sensação a invadir-lhe o peito. Descalçou os sapatos altos que lhe magoavam os pés e comoveu-se por sentir nela o olhar de anseio dele. Sentia-se estranha, com o coração quente e em sobressalto. Era um sentimento a que não estava habituada, era algo caloroso, era algo tão mágico que nem sabia o nome…Sabia apenas que, pela primeira vez, não queria partilhar nada no facebook.



Para hoje...



No inverno  não consigo viver sem  lenços quentinhos...

Pañuelo:

Olhar em frente...


Assim à primeira, este ano vou:

- Tentar ser uma pessoa melhor;
- Dar mais do meu tempo aos idosos;
- Cuidar de mim ( e isso inclui comer melhor, limpar e hidratar a pele, fazer exercício...);
- Ser mais paciente;
- Dizer adeus, sem mágoa, às pessoas que não me retribuem a atenção;
- Agradecer por poder ver os meus filhos crescer;
- Parar de suspirar sempre que vejo um bebé;
- Cuidar do meu casamento;
- Dar atenção à minha mãe, irmã,tios, sogros...;
- Ser boa profissional (ensinar conteúdos sem esquecer o lado humano);
- Ser mais organizada;
- Manter os meus amigos;
- Aceitar-me como sou e gostar muito de mim...










Banda sonora para hoje...



Uma música nova para começar o dia...



O CD dos Catraia acompanha-me sempre. A Inês (vocalista) foi minha aluna e eu sou fã dela como cantora e como pessoa.



Hoje é dia de voltar aos ensaios no coro. Esta, de Fernando Lopes Graça, é uma das músicas que mais gosto de cantar. Aqui, por um coro de jovens australianos ( a cantar em português).

Retrospetiva...em 6 anos o que eu escrevi neste dia...

2 janeiro 2011
Às vezes tenho medo de que as expectativas acerca de um novo ano não passem disso... Janeiro começa e parece que nada resta a não ser as rotinas do dia-a-dia. Quando isso acontece, fico inquieta e com medo de me deixar adormecer e acordar chata e conformada.
Preciso de sentir que a vida é mais do que uma sucessão de dias no calendário...


2 janeiro 2012
" Não tenhas medo de sonhar!"
Esta frase é para mim. Comecei 2012 cheia de medo do que o novo ano  possa trazer. Tenho receio de problemas de saúde que possam surgir, dos preços que vão aumentar, de deixar de ter capacidade económica para enfrentar o dia a dia. Estou uma verdadeira mariquinhas. Daquelas mesmo chatas, chatas, chatas.
E depois, é saber que é melhor não sonhar, quase como não valesse a pena (e eu também nem jogo no totoloto)... Como se eu já me tivesse rendido à constatação- a vida vai piorar!

Eu nem queria passar por cá para vos chatear com estas minhas neuroses, mas  pensei na minha amiga Cila que diz que ao ler certas coisas que eu escrevo aqui no blogue sente que não está sozinha. Por isso, deixo aqui o conselho, para mim e para quem o quiser levar- Vá lá, não tenham medo de sonhar.*
* E o meu lado negro acrescenta " Pelo menos isso ainda não se paga." 


2 janeiro 2013
Há dias assim e semanas assim, em que parece que nada acontece em que nos sentimos infinitamente "normais". Ser normal é bom, mas às vezes assusta. Parece que a nossa vida vai ser sempre igual e que nós só estamos a assistir passivamente ao desenrolar de uma novela, daquelas chatas, em que nada se passa.

Ter passado dos quarenta anos não ajuda. Como se só nos faltasse agora envelhecer.
E acho que isto nada tem a ver com a crise. Tem a ver comigo. Com os meus receios e dúvidas. Com o facto de que tenho de aprender a viver a valorizar mais os momentos e a acreditar que ainda há muitos bons momentos para serem vividos.
Mas... conseguem perceber? Parece que o ponto alto da minha vida passou... Acabar o curso? Feito. Ter emprego? Feito. Casar com a pessoa que se ama? Feito. Ter uma casa? Feito. Ter filhos? Feito. 
Eu sei que isto é reclamar com a barriga cheia, e eu não gosto de ser uma pessoa ingrata. Eu sei e sinto que sou uma sortuda e a verdade é que a maioria dos dias não me sinto como uma mulher de quarenta anos, mas há dias em que os meus quarenta e dois anos estão completamente infiltrados na pele e eu apenas sinto a vida a escorrer...
Para quem me lê e é mais novo, não se apoquentem...isto passa...é uma minoria de dias a sentir-me assim. Para quem tem a minha idade ou mais um anito ou outro, uma pergunta...Costuma acontecer-vos ou é apenas a minha mania de pensar demais nas coisas?


2 janeiro,2015
Sou igualzinha à maioria. Também eu não resisto a resoluções de ano novo. Este ano, a minha maior resolução não é praticar desporto nem perder peso (mas também as incluí na lista), mas sim: DESLIGAR O PREOCUPÓMETRO!
Não sei ainda se vai ser com recurso à acupuntura, meditação ou mesmo com retaliações (Sofia, se te continuas a preocupar demais e a sofrer por antecipação, não tens direito a sapatos novos durante um ano), mas vai ter de ser. A verdade é que ando cansada de mim mesma assim...sempre preocupada se acontece isto ou aquilo, com "ses" e " ai que pode acontecer!"
Vamos ver, mas é um assunto que me deixa preocupada (Ops!)...



 janeiro, 2016
Já sabemos que a vida é mesmo assim, com altos e baixos, com curvas mais apertadas, com perigos à espreita. Percorrer esta estrada que é a vida assusta por vezes. A mim tem-me assustado mais e já descobri o porquê: é que eu tenho a mania de querer controlar tudo o que está à minha volta e, quando sinto que não o consigo, a ansiedade sobe...
Depois penso que me devo ter em grande conta e quem é que eu me julgo e acalmo-me. Eu sei que não posso controlar a vida, os incidentes, os baixos que a vida oferece... Neste momento, é este o meu trabalho de casa diário... 
Aceitar a vida, respirar fundo e tentar não ser tão controladora... 
E é isto...quem diria que o meu metro e meio de gente poderia albergar uma mente tão complicativa? Mas isto muda, vai dar trabalho, mas terá de mudar. Não faz sentido viver com medos...Aliás, a lição número um está apreendida: viver com medos não é viver. 


2 janeiro 2017
Nem sei que diga de mim... Complicadinha, eu!



O meu/ nosso 2016 em 12 fotos...

Desafio difícil o que impus a mim própria: escolher apenas 12 fotografias do ano 2016 que assinalassem momentos especiais. E não, a minha vida não é felicidade pura, mas tenho esperança de, em 2017, continuar a viver muitos momentos felizes como estes...

Passear em família em Peniche...


e em Óbidos...

Crisma do Gonçalo...
Profissão de fé do Miguel (e da sobrinha Margarida)...

Uma vítória portuguesa...

A praia aqui tão perto (Polvoeira)...

Finlândia...

Caçar Pokemons ( e não fazer drama disso)...

Piquenicar na Mata do Pinhal de Leiria...

Preparar uma festa para a minha mãe ( na foto estamos eu, minha mãe e irmã...tão iguais e tão diferentes que eu em criança pensava que tinha sido adotada)

Aproveitar a praia no outono (São Pedro de Moel)

Um corte de cabelo que me tornou mais leve...


Envelhecer...lição nº2

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Noto que os anos passaram quando o tema de muitas conversas com os meus amigos passa por falar de lares e casas de repouso, das maleitas dos pais, quando em vez de ir a festas de Natal de crianças, passo a ir visitar alguém a um lar... Já praticamente não tenho conversas sobre jardins de infância, sobre a terrível fase das birras, sobre pediatras e afins...

Se me importo? Ando a aprender a não me importar. Afinal, como ouvi há dias numa série, "Envelhecer é lixado, mas a alternativa é pior!"


Nota: Na foto o meu pai e seus irmãos...Passou num instante...Já só tenho a minha tia...
E há três anos escrevi este post...Envelhecer...lição nº1