A (minha ) vida como ela é...


Eu acho que quase todos os pais fazem a mesma pergunta: Mas como é que passou tão depressa? Eu passo a vida a interrogar-me. Olho para os meus miúdos e procuro-lhes o cheiro a criança, as expressões na face, os gestos... Já não são (mesmo sendo-o para sempre no meu coração) uns meninos.

Ontem, estive na reunião que uma agência preparou para a viagem de finalistas do Gonçalo.Uma praia de Espanha, Djs cujos nomes não me dizem nada, festas da espuma e de cores, um cartão que dá direito a vinte bebidas ( para seis dias, mas mesmo assim...), enfermeiros atentos, dizem... Saí de lá a processar toda aquela informação e esta ainda anda às voltas na minha cabeça. 
O mais fácil seria dizer que não o deixo ir e deixá-lo estar sossegadinho no quarto a jogar PC. Contudo, sei bem que não é possível, que a vida não é assim, que para o ano o Gonçalo irá estudar para longe dos meus olhos, que com a idade dele eu também quereria ir com os meus amigos passar uma semana "inesquecível" (como diz a agência).

Fechar os olhos e dizer que o meu filho não vai beber álcool, que vai passar o dia a jogar voleibol na praia, que ele é diferente dos outros é enganar-me a mim própria. 
Facto: O Gonçalo está perto da maioridade e já toma muitas das suas decisões. A mim, resta-me estar atenta aos sinais , confiar nele,estar disponível, aceitar que ele cresceu e que tem o seu próprio caminho a percorrer. E suspirar. Respirar fundo. Suspirar outra vez. E respirar fundo.

No provador...

VESTIDO GOLA JOIA

O vestido, claro:).

Da Zara.

Finalmente...

Foto de Rúben Damásio.

Hoje vou ter um jantar com alunos muito especiais de há vinte anos e, a propósito de sugestão de outfit, eles publicaram no grupo de facebook foto de vários professores que foram convidados. A minha foto é a que está acima (caso não se tenham apercebido) e eu achei muita graça. 

Contudo, mais importante que os sorrisos que me despertou, a foto fez-me ver que aquela moça de vestido comprido, alta e de corpo perfeito, nunca poderia ser eu. A  verdade, é que hoje eu não trocava o meu corpo, o meu metro e meio de gente, a Sofia que eu sou aos 47 anos de idade,  por aquela imagem que está na foto. 

Finalmente...Ou, o que eu andei para aqui chegar!

Por onde tens andado, Sofia?



Nunca tinha tido um verão assim. Depois de Praga e Viena, viemos a casa dar uns mimos à Izzie e voámos até ao norte de Inglaterra para estarmos os quatro. 
Em finais de agosto, eu e os miúdos voltamos a nossa casa numa segunda-feira à noite, lavei roupas, organizei-lhes a vida para estarem por cá por uma semana (distribuiu-os por amigos, irmã, avós e tio) e sexta-feira à noite já tinha a mala feita para rumar de novo a Inglaterra.

Não fui de ânimo leve. Foi a primeira vez que os meus filhos ficaram em Portugal sem o pai ou a mãe por perto e custou-me como um raio! No entanto, este curso em Oxford já estava marcado há muito (e na altura tudo indicaria que o Luís estivesse por cá). Sabia que era uma oportunidade que não poderia perder e correu tudo bem. Fui com duas amigas minhas do coração, ficámos instaladas numa Host family ( A Mrs Evans tem 73 anos, cozinha muito bem e fazia-me sentir como se eu tivesse dezasseis anos outra vez) e frequentámos um curso de língua e cultura inglesas com uma professora galesa muito competente, e tão querida que nos mandava como trabalho de casa ir a um pub diferente todas as noites! 
Importante dizer que antes de me instalar em Oxford, rumei até Liverpool para estar com o Luís (fiz quilómetros de autocarro e comboio, mas valeu a pena).


No sábado, cheguei de madrugada a casa e tinha os meus filhos à espera (nem o Gonçalo disfarçou que tinha tido muitas saudades minhas). À noite, enquanto eles estavam na Festa da vila, fui comemorar o quinquagésimo aniversário da minha amiga Padina (uma festa linda, linda com ela) e no domingo de manhã, mesmo tendo dormido poucas horas (é que eu tenho outra vida em que sou taxista de adolescentes), levantei-me cedo e fui dar um beijinho a uma amiga de infância que faz trabalhos lindos com suculentas (Paixão Verde).
A partir de domingo à tarde entrei em modo automático e nem para Instagram  houve tempo. Quer dizer, houve apenas para publicar uma foto a lembrar que fiz/fizemos de-za-no-ve anos de casados (já?).

Entre o recomeçar das minhas aulas e das deles, organizar horários (acho que este ano, mesmo tendo a sorte de trabalhar a cinco quilómetros de casa, vou fazer milhares de quilómetros no vai buscar-vai levar- ai que eu saio o meio-dia- ai que o Gonçalo sai à uma e meia- ai que eu saio às quatro, ai que o Miguel sai às seis...), organizar roupas e cadernos, ter reuniões com treinadores de futebol e mil e uma coisa do dia-a-dia, mal tenho tido tempo para me sentar a escrever.

E tenho sentido a falta de escrever aqui no blogue.

Voltei e procurarei ser mais pontual.

Uma família com esperança

Fomos à praia a Formby (Liverpool)

O sorriso da Izzie à nossa espera

Depois de Praga e Viena, regressei eu e os miúdos a Portugal e o Luís voltou para Inglaterra. De regresso a casa, procurei voos em conta e como não estava limitada por datas, encontrei-os e voámos os três, de novo, ao encontro do Luís.

Mesmo que me apeteça muitas vezes largar tudo e ficarmos os quatro seja onde for, sei que tenho de ser racional e aceitar que será apenas mais uma fase e que um dia destes vamos deixar de ter as malas no quatro sempre prontas a serem feitas. 

No meio disto tudo, a nossa Izzie, que sofre sempre que nos vê sair com as malas, mas que nos recebe sempre com um sorriso enorme e saltos de alegria.


Para quem quiser seguir as nossas andanças, é mais fácil se fizer gosto na página do Facebook (aqui ) ou no Instagram.



Boas compras- vestidinho preto




Este vestidinho preto, da Mango, custa 19.99 euros e veste muito bem. Está nas lojas e aqui

Estar em Inglaterra e não ir a uma charity shop é que não...



Aqui em Widnes contei seis lojinhas cujos lucros revertem para obras de caridade e que vendem artigos em segunda mão. Há uns anos comprei em Londres uns brincos que aindo gosto muito, mas agora, não sei se é desta zona, mas o que encontro muito são peças de roupa da Primark, Next e outras marcas inglesas de fast fashion e também malas de marcas falsificadas. No entanto, no meio de tanta coisa, encontrei algo que me agradou: esta mala (ou carteira escolham:) que foi feita em Itália e que custou menos de cinco euros.

Eu sei que nem toda a gente tem paciência para procurar, mas como eu gosto e aqui tenho tempo, tenho-me dedicado (também) a procurar peças diferentes que depois gosto de misturar com roupa mais atual. Chamem-me estilo ou tontice, eu chamo-lhe "eu-sou -assim".

Fintar o medo-parte II (The Cavern e Imagine)


Quem me segue no Instagram (aqui) já sabe que temos estado em Widnes, uma cidade inglesa entre Liverpool e Manchester.
Voámos para aqui no dia seguinte aos atentados de Barcelona e o assunto veio à baila algumas vezes (notava-se muito policiamento nos aeroportos). Ontem, passámos o dia em Liverpool e eu reparei que, pela primeira vez,  os meus miúdos tocaram no assunto terrorismo- " E se...".

Confesso que, também a mim, e por segundos, o medo me gela por vezes um bocadinho o sangue. Ontem, por exemplo, ao descermos os quatro para o The Cavern, o mítico bar onde começaram os Beatles, por instantes também eu pensei " E se...". Contudo, mal desci os quatro lances de escada e entrei, ouvia-se "Imagine" do John Lennon. E o medo passou. E eu sei que tem mesmo de passar.

Nota: talvez alguns dos que me lêem achem que o The Cavern não é propriamente um lugar para miúdos, mas eu e o Luís achamos que eles tinham de ir. Antes aproveitamos para lhes falar dos Beatles (de quem nada sabiam até terem vindo a Liverpool em maio),  da mensagem de paz associada a John Lennon e ouvimos canções como esta que vos deixo e que, no mundo de hoje, parece fazer cada vez mais (menos?) sentido.




  Nota: no The Cavern os miúdos podem entrar até às 20 horas.

Um texto que sou eu

Para quem não lê o jornal local, mas gosta do que escrevo:)


As férias- ir e regressar

Escrevo este texto sentada em cima de uma mala de viagem, algures entre Praga e Viena de Áustria, rodeada de gente sentada no chão… crianças, bebés de colo, pessoas mais velhas…Há um silêncio que me incomoda, ninguém reclama, ninguém ri alto, como se estivéssemos todos juntos a ser teletransportados…
Não me levem a mal por ter iniciado o texto com este tom de queixinhas, mas sou uma miúda mal acostumada… Estava à espera de lugar marcado, de algum conforto. Esqueci-me que é agosto e deveria ter desconfiado quando me venderam o bilhete e disseram que dava para qualquer horário. Mas as queixas acabam-se já aqui que eu não sou mal agradecida e estou grata por poder viajar e conhecer outras paragens. O assunto é outro.

Nas minhas férias de verão gosto muito de conhecer diferentes lugares, experimentar novos sabores, aprender uma ou outra palavra numa língua diferente da minha, ver como vivem outras gentes. Nada contra quem procura resorts ou casas na praia, mas a minha maneira de desligar das minhas rotinas e ganhar energias é esta: calcorrear ruas, decifrar mapas (agora cada vez menos pois o meu filho mais velho encarrega-se do assunto), deslumbrar-me com paisagens, saborear o que nunca comi, fugir um bocadinho à minha zona de conforto.

A verdade é que esta é também uma forma de dar valor ao que tenho. Regressar ao conforto do sorriso dos portugueses (acho que devemos ser dos povos que mais sorriem), voltar a sentar-me no meu sofá, receber as lambidelas da minha cadela, sentir de novo o sabor de um bom café, o cheiro do pão fresco,  comer os vegetais que a Ti Joaquina, minha tão boa vizinha, me oferece, respirar o maravilhoso clima de Portugal, faz-me valorizar tanta coisa que não tem preço. E que agradeço.
O defeito, se o for, é meu, e deve vir de fabrico… Assim sou eu: uma miúda-mulher que adora sair da aldeia onde vive, mas que sente,  contudo, que o melhor de viajar é sempre poder regressar.
Boas férias para todos e bons regressos!


Gonçalo


Lembro-me de há dezassete anos estar muito cansada porque já estava internada há seis dias...

Lembro-me que nasceste de trinta e cinco semanas e eras saudável...

Lembro-me que tive muitos receios de não conseguir cuidar de ti...

Lembro-me de ter sido sempre um bocadinho exigente contigo ( já te pedi desculpa)...

Lembro-me de ter tido, desde sempre, um enorme orgulho em ti...

Lembro-me de dizeres que eu era linda...

 Lembro-me que andas sempre  à minha volta a fazer macaquices...

Lembro-me  que perguntas vezes sem conta se eu estou bem...


Lembras-me todos os dias que és inteiramente merecedor do imenso amor que te tenho...

Parabéns, Gonçalo! Dezassete, já? 

Crescer deve ser isto...

Viena, agosto 2017

Sei das pessoas que gostam de mim.

Sei das pessoas que talvez não gostem de muito mim, mas ainda assim gostam de algumas características minhas.

Sei de algumas pessoas que não gostam de mim. E não faz mal. Há imensos motivos para que tal aconteça e alguns deles eu talvez nem me aperceba...Mas repito: não faz mal. Tenho aprendido com o tempo a aceitar que não podemos (nem devemos) agradar a todos. É um processo que demora (e às vezes dói), mas aceitar acaba por nos fazer bem.

Nem todas as pessoas podem gostar de quem eu sou- é uma verdade que aceito.
O que me preocupa mesmo é se eu, um dia, deixar de gostar de quem eu sou.
E, até hoje, ainda não aconteceu.


Praga-dez coisas que adorei fazer...










Foi difícil escolher dez fotos.E é difícil escolher as dez coisas que mais gostei de fazer. Contudo, tento...

Deslumbrar-me com as vistas no alto do Castelo ou da Torre;
Fazer o passeio a pé à beira rio;
Beber uma cerveja numa das muitas esplanadas;
Tomar um café num sítio bonito;
Perder-me nos parques ( e fazer um piquenique por lá);
Procurar ( e encontrar) referências a Kafka;
Misturar-me na multidão;
Fazer um passeio de barco pelo rio;
Rezar ao Menino Jesus de Praga;
Comer o tradicional bolo com gelado enquanto se percorre a Ponta D. Carlos.


Às vezes tenho a mania #35





Calças- La Redoute
Sandálias- H&M
Blusa- Zara ( a única pela que é de nova coleção)
Carteira- Bimba yLola

Um encontro muito especial








Eu voei de Lisboa com os miúdos. Ele voou de Manchester. Encontramo-nos no sábado em Praga, onde ainda estamos. Estamos juntos. Estamos tão bem...

 Podemos queixarmo-nos de muita coisa. De rotina é que não:). 


Momento (f)útil do dia...


BLUSA CRUZADA GARÇAS
BLUSA CRUZADA GARÇAS

BLUSA CRUZADA GARÇAS

As sandálias, para mim, nem pensar. Já a blusa...amei!

Zara- nova coleção- 25.95 Euros- aqui

Dez coisas que pouca gente sabe sobre mim...

Leiria Medieval- tirada este sábado pelo Miguel.

- Não sou grande cozinheira, mas faço umas moelas bem boas;

- Ajeito-me muito bem a cortar cabelos (ainda dou um jeito aos dos meus filhos);

- Sou muito paciente com os mais novos e os mais velhos (às vezes para as pessoas da minha idade nem tanto);

- Durante muito tempo suspirei para ter mais uns centímetros de altura, mas tenho aprendido a gostar de mim e agora acho que eu não teria tanta graça se eu fosse muito alta;

- Sei tirar cafés e imperiais:

- Emociono-me facilmente com livros, filmes, canções;

- Quase toda a gente pensa que eu sou muito alegre, mas não é verdade. Sou positiva, contudo não consigo deixar de andar triste muitas vezes;

- Tenho uma necessidade enorme que as pessoas gostem de mim ( ando a trabalhar nisto porque não me faz bem);

- Gosto muito de observar as pessoas, reparo no que vestem, se estão mais cansadas...Ah..E raramente registo a elogiar alguém quando traz/ tem/ fez algo especial...

- Gosto muito de dar abraços bem apertados às pessoas de quem gosto (eu acho que às vezes até aperto demais as minhas amigas, mas não quero mudar isso).


Envelhecer- o segredo


Este meu texto foi publicado este mês no jornal da minha vila e soube-me tão bem escrevê-lo.

Envelhecer - o segredo

O título é, talvez, enganador. Vem a propósito de eu ter feito anos há pouco tempo, e de me ter dado conta, meia apalermada, que faltam três anos para eu ser festeira do Sagrado Coração de Jesus (para quem não sabe é quando os habitantes da Maceira fazem cinquenta anos).

Apesar de na minha cabeça eu ainda ter a mania que tenho, no máximo, trinta e cinco anos, noto que os anos passaram quando reparo que o tema de muitas conversas com os meus amigos passa agora por falar da dor aqui e ali, de lares e casas de repouso, das maleitas dos pais, dos exames médicos com nomes difíceis de pronunciar. Conversas sobre jardins de infância, sobre a terrível fase das birras, sobre pediatras e afins? Só se for sobre os netos dos meus amigos.
Por vezes comparo a vida a um jogo de futebol e, apesar de a morte ser certa e de ninguém saber quando chega, dou por mim a fazer contas de cabeça: se eu chegar aos oitenta anos, tenho mais X de anos pela frente. Tenho então consciência de que já estou no segundo tempo do jogo, com o tempo a correr cada vez mais veloz, a escorrer-me por entre as mãos…E em campo estou eu, uma miúda desajeitada,  a tentar marcar golos,  com um árbitro, inclemente, a olhar para o relógio e a dizer que já falta menos tempo do que aquele que já vivi para dar, sei-o certo, o apito final.

Assumo então que me custa envelhecer, mas o que realmente me  preocupa e me causa um aperto no peito é ver envelhecer os que mais amo.  É impossível olhá-los sem me emocionar: rostos que sempre conheci, que sempre estiveram ao meu lado, que me apoiam incondicionalmente e que estão a envelhecer tão depressa... Conheço a história de vida  por detrás de cada sorriso, sei os momentos difíceis que viveram (e que vivem) e não consigo de deixar de fazer contas de cabeça  também para eles… Já viveram determinados anos, se viverem até aos X anos, ainda têm Y anos para viverem…Pois, a história do jogo de futebol é para todos e o árbitro da vida não distingue, sexos, credos, raças ou posições sociais.

No processo de envelhecer, o mais difícil mesmo é ver partir e aceitar a morte dos que amo.  Quanto aos cabelos brancos a atacarem em força a minha outrora farta cabeleira, quanto às rugas a não darem tréguas? Desvalorizo, pinto o cabelo, besunto-me com cremes e ando a aprender a não me importar. Só este me parece ser o caminho certo. Como ouvi há dias numa série: "Envelhecer é lixado, mas a alternativa é bem pior!"

A vida é um instante...


Uma festa tropical em que me diverti muito (usei o quimono do post anterior como vestido), um lugar bonito para tomar café na vila de Batalha (Hotel Vintage), um bolo maravilhoso para quem tiver arte para copiar, uma ida à minha praia de sempre...

Um bocadinho do meu Instagram- aqui

Às vezes tenho a mania #34











Gosto muito desta peça da Zara que uso como vestido ou como quimono com jeans. As fotos foram tiradas em Leiria no evento Shop on e apesar da qualidade das fotos (tiradas com o telemóvel) eu gosto muito do meu ar de miúda. Às vezes faz-nos bem arriscar um bocadinho na maneira como nos vestimos...Não o faço sempre, mas quando o faço mantenho sempre o lema: arriscar, mas não me esqueço que menos é sempre mais.

Este quimono/vestido ainda existe em algumas lojas da Zara e está em saldos.

Juntos ou afastados?

Foto de Luis Meneses.

Gosto desta foto que o Luís tirou a um casal, em Viseu. Ele acha-os afastados. Eu vejo-os juntos, acompanhados, a ler o que cada um gosta. Na minha cabeça ele lê a revista do Expresso enquanto que ela esta às voltas com o Expresso jornal. 
Não sei nada deles, mas imagino-os serenos, a resmungar algumas vezes, a sentarem-se separados, mas levantarem-se do banco e a sua mão ir ao encontro uma da outra por um acaso que o não é.